Chenonceau é o único château em França construído sobre um rio. A primeira secção — um solar quadrado com torres redondas nos cantos — foi construída entre 1513 e 1522 pela viúva de Thomas Bohier, Katherine Briçonnet. Henrique II ofereceu-o à sua amante Diane de Poitiers, que construiu a primeira ponte sobre o Cher. A sua viúva, Catarina de Médici, tomou-o de volta, acrescentou a galeria de dois andares sobre a ponte de Diane e aqui realizou a corte real durante os piores anos das Guerras Religiosas Francesas.
É chamado o Château das Senhoras — 'Le Château des Dames' — porque as seis mulheres que o moldaram são mais importantes do que qualquer um dos homens que o possuíram entre elas. Depois dos Médici, vieram Luísa de Lorena (que pintou o quarto de preto quando o seu marido Henrique III foi assassinado), Madame Dupin (que aqui dirigiu um salão durante o Iluminismo e salvou o château da Revolução) e Marguerite Pelouze (que o restaurou na década de 1860).
Hoje, a família Menier — sim, os do chocolate — é proprietária e opera Chenonceau desde 1913. Por ser privado, os bilhetes não passam pelo Centre des monuments nationaux. O château está aberto todos os dias do ano, exceto no Natal.